Promessa é dívida!

E aqui está o blog Ócio Produtivo, que entra na rede logo após o término das aulas do longo curso de Jornalismo. Agora, com o tempo vago que antes era ocupado sendo dedicado à formação superior, usarei o tempo de ócio para dedicar ao mundo cibernético. Pretendo exercitar aqui o jornalismo opinativo, com crônicas e artigos a respeito dos mais variados assuntos, polêmicos ou banais. Bem vindos!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A segunda maior catástrofe do Brasil

A tragédia na região serrana do Rio de Janeiro é o assunto em pauta nos últimos dias em todos os jornais. Hoje, 17 de janeiro, confirmados 672 mortos e em torno de 6400 desabrigados. Inúmeras famílias perderam tudo o que tinham e pela tv, apesar de imagens fortes e assustadoras, não se tem a real dimensão da tragédia. As montanhas soterravam casas e a água levava tudo que estava pela frente, a chuva segue por vários dias, colocando ainda mais regiões em risco de novos desabamentos. Os mais atingidos pelo risco, são pessoas que não tem outro lugar pra ir, ficam à deriva das ações do tempo, das autoridades, que pouco podem fazer.

São tomadas medidas de guerra, hospitais improvisados, abrigos em ginásios de esportes, arrecadações em massa para suprir um pouco das necessidades das vítimas. O governo federal liberou ajuda financeira para a reconstrução das áreas atingidas e subsídios para os desabrigados. Os bombeiros, apesar do reforço no número de homens, não conseguem dar conta dos resgates, moradores ajudam como podem, revirando áreas atingidas em busca de sobreviventes entre os escombros. Graças a essa ajuda, muitas vidas foram salvas.

Não é a primeira vez que uma tragédia desta natureza acontece, porém pouco pode ser feito para evitá-las. Construções já tomam boa parte dos morros do RJ, o que com o passar do tempo, a natureza revida. Pessoas de todas as classes sociais constróem casas em encostas de morros e outros lugares de ocupação irregular. O cenário é de destruição total, e a tragédia é dada como a segunda maior do Brasil. Ao invés de prevenir, o país se une agora para amenizar os efeitos pós tragédia.

Um ano de energias positivas

2011 foi um ano que começou de forma diferente. Não teve brindes e abraços à meia noite, desejando feliz ano novo,como deve ser. Teve orações e músicas, e só uma garrafa de champanhe foi aberta porque eu e meu pai tomamos a iniciativa, o que pareceu um tanto constrangedor. Por meia hora, seguiram discursos e afins, a meia hora mais longa da história, diga-se de passagem. Me sentia em um mosteiro. Quando consegui sair de fininho para a rua com meu copo de espumante e olhar as estrelas, percebi que as vibrações para o novo ano que iniciava vinham de forma positiva. Brindei com meu primo, que também havia escapado para a rua: Feliz Ano Novo pra gente! - que assim seja.

Porém, as festividades que seguiram no restante da noite não deixaram a desejar. Voltei pra casa, recebi visitas de amigos, um aquece para o que ainda nos esperava. Em torno de 2:30h da manhã, seguimos para o baile. Estava com a animação contida, que pensava que colocaria pra fora na hora exata da virada do ano, o que não aconteceu. Mas o tradicional baile de reveillon de minha cidade natal, acho que nunca havia sido melhor, todos estavam igualmente animados, ninguém parou de dançar a noite toda, e a bebida circulava pelas nossas mãos. Superou toda e qualquer espectativa, aconteceu tudo que precisa acontecer em uma festa de ano novo. Saímos de lá as 7h da manhã, somente quando a banda parou.

Os primeiros dias do ano, também seguiram igualmente animados. Churrascos que duravam o dia inteiro, reunindo toda a parte festeira da família: só alegria! - expressão que acabou se tornando o bordão do verão. Até agora só somaram-se bons acontecimentos, alguns já esperados há algum tempo, e que vieram a, de fato, concretizar-se em 2011. Acredito eu, que este será o ano dos grandes acontecimentos, do movimento e do sucesso.