Essa semana foi confirmado o novo técnico da seleção brasileira, Mano Menezes, que estava no comando do Corinthians. O fim da era Dunga, ainda bem. Já na sua primeira convocação, pode-se notar gritantes diferenças à seleção que disputou o mundial da África do Sul. Não temos um time composto por volantes, e os que estão na lista são os melhores. Temos uma defesa consistente, um ataque que vai finalizar jogadas com agilidade e um meio de campo que vai dar ritmo aos jogos. Totalmente equilibrado, tudo que uma equipe precisa, a seleção de Mano dispõe.
É uma seleção com a cara do Brasil, digna de ser a única pentacampeã. Está feita minha aposta: levaremos o hexa em 2014, e o melhor, em casa! Ainda digo mais, será uma copa com tudo que faltou na de 2010, goleadas, belos passes, e jogos com muito mais emoção, disputados com amor à camiseta, com garra, com o espirito que o brasileiro sempre sustentou em Copas do Mundo de Futebol e ficou apagado após o anúncio da convocação de Dunga. Seremos novamente milhões em ação em busca do título, de não deixar morrer a tradição do país do futebol.
Não deveria mais falar no mundial da África, mas a revolta era tanta desde antes de a Copa começar, que ainda há o que ser dito. Um técnico que já havia sido visto como herói brasileiro, capitão do Tetra, apostou em uma seleção que só daria certo no sonho. Dele. Foi uma Copa com direito à trailler, preview, piadas e decepções. O apelido de "Dunga burro" ficou conhecido não só no Brasil, mas era repetido até por crianças sul africanas, em vídeos exibidos por um programa de entretenimento. Aconteceu o que era previsto, sem surpresas para a maioria, na eliminação pela Holanda.
Agora, o brasileiro novamente acredita, novamente sonha com o hexacampeonato, e vê possibilidades reais do título ficar aqui. Vamos torcer para que Mano mantenha a coerência nas suas convocações, e pensar novamente no país como uma equipe em busca do próximo mundial, como fomos nas outras conquistas. Acreditar que é possível, e confiar em quem está no comando.
Promessa é dívida!
E aqui está o blog Ócio Produtivo, que entra na rede logo após o término das aulas do longo curso de Jornalismo. Agora, com o tempo vago que antes era ocupado sendo dedicado à formação superior, usarei o tempo de ócio para dedicar ao mundo cibernético. Pretendo exercitar aqui o jornalismo opinativo, com crônicas e artigos a respeito dos mais variados assuntos, polêmicos ou banais. Bem vindos!
terça-feira, 27 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Descarrego
Dia estressante. Trabalho demais com prazo curto de entega, pressão, colega chato. Dor de cabeça, cólica. Pra piorar, chuva, muuuita chuva.
Na saída do trabalho, supermercado, nas compras um vinho pra relaxar. Na saída, fila, e das grandes. Locadora, nada melhor depois de um dia desses, um bom vinho, e um bom filme, ainda mais em uma noite chuvosa. 22h - indo pra cama, quentinha, pra olhar o filme. Dvd com defeito, aff!! Não consegui ver o filme que há tempo eu procurava nas locadoras - Jogos Mortais 6.
O vinho já havia ficado esquecido. Resta dormir. Pra terminar, sonho que alguém entrou na minha casa à noite e tomou toda minha garrafa de vinho! AAAAAh! Isso deve ser sinal de stress, alto!
Na saída do trabalho, supermercado, nas compras um vinho pra relaxar. Na saída, fila, e das grandes. Locadora, nada melhor depois de um dia desses, um bom vinho, e um bom filme, ainda mais em uma noite chuvosa. 22h - indo pra cama, quentinha, pra olhar o filme. Dvd com defeito, aff!! Não consegui ver o filme que há tempo eu procurava nas locadoras - Jogos Mortais 6.
O vinho já havia ficado esquecido. Resta dormir. Pra terminar, sonho que alguém entrou na minha casa à noite e tomou toda minha garrafa de vinho! AAAAAh! Isso deve ser sinal de stress, alto!
A íncrível máquina manipuladora de mentes humanas
Um dia desses, em uma conversa com um amigo, em que ele me dizia que havia sonhado que o goleiro Bruno estava na casa dele, ao que eu respondi:
- tu andas olhando muita televisão!
e ele rebateu: - mas ele não está só na televisão, está nas revistas, jornais, internet, em todos os lugares!
Eu complementei com: mas é a tv que fica na mente das pessoas, assim, pra sonhar a noite..
Bom, esse texto é pra ser sobre a tv, e não sobre o caso do goleiro Bruno, este já renderia outro post. Depois de ter dito isso, fiquei pensando sobre o que eu havia acabado de falar, ou teclar. Minha redação de quando eu prestei vestibular foi sobre o poder da televisão de controlar o que as pessoas pensam sobre determinado assunto, e o título era o mesmo desta postagem, e agora, mesmo tendo trabalhado com tv e gostado disso, continuo achando que ela tenha essa característica. Geralmente, fixamos na nossa cabeça aquela notícia que é mostrada várias vezes nos noticiários da tv, e ai começamos a prestar mais atenção nelas quando a vemos em outras mídias, como jornais e revistas, por exemplo.
Pense sobre os casos mais polêmicos que lembra ter acompanhado na mídia até hoje, mesmo que lembre de ver detalhes em dossiês de mídias impressas, ou uma simulação na internet, o interesse pelo caso provavelmente começou após a tv ter colocado o tema em evidência.
E acho que mais ainda, por trabalhar com tv ou aspectos ligados à ela, me deparo com outras visões que a torna ainda mais envolvente. É quase um vício, depois de começar, sempre se quer mais e mais. E vejo a tv não só como meio de informação em que quem está por trás controla o que vai ter mais espaço e acabar pautando conversas diárias entre vizinhos ou colegas de trabalho. Mas também tem o lado da ficção. Que permite a construção da visão dos sonhos, parece tornar o irreal possível, e talvez isso tenha proporções catastróficas na vida dos sonhadores desavisados. Está comprovado que os finais felizes de filmes afetam a visão que se tem dos relacionamentos na vida real...
Há quem ame, e há quem odeie. Mas é quase impossível viver sem ela, mesmo se odiar.
- tu andas olhando muita televisão!
e ele rebateu: - mas ele não está só na televisão, está nas revistas, jornais, internet, em todos os lugares!
Eu complementei com: mas é a tv que fica na mente das pessoas, assim, pra sonhar a noite..
Bom, esse texto é pra ser sobre a tv, e não sobre o caso do goleiro Bruno, este já renderia outro post. Depois de ter dito isso, fiquei pensando sobre o que eu havia acabado de falar, ou teclar. Minha redação de quando eu prestei vestibular foi sobre o poder da televisão de controlar o que as pessoas pensam sobre determinado assunto, e o título era o mesmo desta postagem, e agora, mesmo tendo trabalhado com tv e gostado disso, continuo achando que ela tenha essa característica. Geralmente, fixamos na nossa cabeça aquela notícia que é mostrada várias vezes nos noticiários da tv, e ai começamos a prestar mais atenção nelas quando a vemos em outras mídias, como jornais e revistas, por exemplo.
Pense sobre os casos mais polêmicos que lembra ter acompanhado na mídia até hoje, mesmo que lembre de ver detalhes em dossiês de mídias impressas, ou uma simulação na internet, o interesse pelo caso provavelmente começou após a tv ter colocado o tema em evidência.
E acho que mais ainda, por trabalhar com tv ou aspectos ligados à ela, me deparo com outras visões que a torna ainda mais envolvente. É quase um vício, depois de começar, sempre se quer mais e mais. E vejo a tv não só como meio de informação em que quem está por trás controla o que vai ter mais espaço e acabar pautando conversas diárias entre vizinhos ou colegas de trabalho. Mas também tem o lado da ficção. Que permite a construção da visão dos sonhos, parece tornar o irreal possível, e talvez isso tenha proporções catastróficas na vida dos sonhadores desavisados. Está comprovado que os finais felizes de filmes afetam a visão que se tem dos relacionamentos na vida real...
Há quem ame, e há quem odeie. Mas é quase impossível viver sem ela, mesmo se odiar.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Expressões retrô
Não é de hoje que criamos expressões que substituam palavras formais para aderir ao nosso vocabulário diário. Isso torna a conversa mais descontraída, sacou? As famosas gírias não são coisas criadas agora, nada muito moderno. Muitos jovens acreditam que seus pais não falavam assim em mesas de bar ou em conversas com os amigos, e que isso é uma forma de comunicação inventada pelos adolescentes contemporâneos. Pode crer, isso é mais retrô do que vocês imaginam, meus caros! Claro que elas evoluem, ganham adaptações aos tempos, mas a ideia é a mesma: evitar o lero-lero.
Não está entendendo bulhufas? No dicionário, gíria é “vocabulário peculiar de um grupo, profissão ou classe social”. Um grupo pode criar palavras para se comunicarem entre si, e dificilmente alguém que não é do meio vai entender do que se está falando. Em uma reunião de negócios, por exemplo, advogados, empresários, e até jornalistas tem suas expressões típicas da profissão, que fora dali, em um contexto geral, podem ter outro significado. Em grupos de amigos não é diferente. Cada tribo tem o seu jeito de se comunicar, o que caracteriza sua identidade. “Bah”, “tchê” e “tri”, por exemplo, são expressões típicas do povo gaúcho, que não serão faladas – pelo menos no dia-a-dia – por um brasiliense. Em um país com dimensões continentais, como o Brasil, cada estado possui sua forma peculiar de comunicação. Na Bahia, expressões como “ó xente”, e “ó pai, ó”, marcam a linguagem local.
Existem ainda aquelas gírias que, de tão mencionadas, já fazem, praticamente, parte do nosso vocabulário. Quem nunca ouviu alguma destas citadas abaixo, por exemplo:
Xispa - O mesmo que cai fora!
Nem que a vaca tussa - o mesmo que nem morto
Toró - Vai cair um toró (chuva)
Cambada - Muita gente. “Olha só aquela cambada de sem ter o que fazer”
Amigo da onça - Traidor
Jóia – “Fiz uma reforma na casa e agora está uma jóia”. (legal, bonito)
Chato de Galocha – pessoa muito chata
Fichinha – muito fácil
Pega Leve - Professor! Pega leve na prova. (facilite)
Mandar brasa - Vai em frente!
Não está entendendo bulhufas? No dicionário, gíria é “vocabulário peculiar de um grupo, profissão ou classe social”. Um grupo pode criar palavras para se comunicarem entre si, e dificilmente alguém que não é do meio vai entender do que se está falando. Em uma reunião de negócios, por exemplo, advogados, empresários, e até jornalistas tem suas expressões típicas da profissão, que fora dali, em um contexto geral, podem ter outro significado. Em grupos de amigos não é diferente. Cada tribo tem o seu jeito de se comunicar, o que caracteriza sua identidade. “Bah”, “tchê” e “tri”, por exemplo, são expressões típicas do povo gaúcho, que não serão faladas – pelo menos no dia-a-dia – por um brasiliense. Em um país com dimensões continentais, como o Brasil, cada estado possui sua forma peculiar de comunicação. Na Bahia, expressões como “ó xente”, e “ó pai, ó”, marcam a linguagem local.
Existem ainda aquelas gírias que, de tão mencionadas, já fazem, praticamente, parte do nosso vocabulário. Quem nunca ouviu alguma destas citadas abaixo, por exemplo:
Xispa - O mesmo que cai fora!
Nem que a vaca tussa - o mesmo que nem morto
Toró - Vai cair um toró (chuva)
Cambada - Muita gente. “Olha só aquela cambada de sem ter o que fazer”
Amigo da onça - Traidor
Jóia – “Fiz uma reforma na casa e agora está uma jóia”. (legal, bonito)
Chato de Galocha – pessoa muito chata
Fichinha – muito fácil
Pega Leve - Professor! Pega leve na prova. (facilite)
Mandar brasa - Vai em frente!
Diversidade musical no Brasil
O Brasil é um país muito plural, e a música é o mais evidente exemplo desta diversidade. Em cada região, um estilo soa como característico do local, expressando a cultura do seu povo, suas origens e influências. Este é um dos, se não o mais importante atrativo para o turismo no país. Os estrangeiros buscam conhecer a energia do país do carnaval, do samba e do axé, que só se encontra aqui.
Por outro lado, existem as bandas de rock cada vez mais presentes e influentes na mídia, conquistando um espaço importante na história da música brasileira. No Estado da Bahia, por exemplo, que tem o ritmo do axé como símbolo, saíram vários artistas influentes no cenário do rock, e vem mudando a visão dos brasileiros de cada região do país. Como um todo, cada vez mais é um país de diversidade musical.
A época mais influente para o rock nacional foi a década de 80, onde o estilo se firmou no mercado, com os maiores letristas da história do rock, como Renato Russo e Cazuza, que tornaram-se porta-vozes da juventude. Suas músicas foram imortalizadas, e suas letras continuam atuais, fazendo-se presentes em sites pessoais, twitters, e todas as formas de expressão individuais utilizadas hoje.
E cada vez mais este espaço é ampliado, com a possibilidade de as bandas divulgarem suas músicas através da internet, sem depender de uma gravadora, como era no início. As possibilidades são iguais, para todos os gêneros.
Por outro lado, existem as bandas de rock cada vez mais presentes e influentes na mídia, conquistando um espaço importante na história da música brasileira. No Estado da Bahia, por exemplo, que tem o ritmo do axé como símbolo, saíram vários artistas influentes no cenário do rock, e vem mudando a visão dos brasileiros de cada região do país. Como um todo, cada vez mais é um país de diversidade musical.
A época mais influente para o rock nacional foi a década de 80, onde o estilo se firmou no mercado, com os maiores letristas da história do rock, como Renato Russo e Cazuza, que tornaram-se porta-vozes da juventude. Suas músicas foram imortalizadas, e suas letras continuam atuais, fazendo-se presentes em sites pessoais, twitters, e todas as formas de expressão individuais utilizadas hoje.
E cada vez mais este espaço é ampliado, com a possibilidade de as bandas divulgarem suas músicas através da internet, sem depender de uma gravadora, como era no início. As possibilidades são iguais, para todos os gêneros.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Cheiro de frio
Sempre preferi o inverno ao verão, as baixas temperaturas deixam tudo com um gostinho especial. Mesmo que eu reclame quando ele vem de forma exagerada, eu continuo preferindo o frio ao calor. Sou natural de uma das cidades mais frias do Rio Grande do Sul, e como dizia um amigo, a única diferença do nosso inverno para o inverno Europeu é que eles tem estrutura para tudo isso enquanto nós, temos que aguentar no osso.
Este ano em especial, fiquei chocada com a incidência de mortes no estado por hipotermia. Passar frio não é bom, e pode ter consequências desastrosas, como estes exemplos.
Feliz aqueles que podem usufruir das delicias do frio. Um banho quente ao chegar em casa, uma xícara de café pela manhã, pratos quentes esfumaçando e com aquele cheirinho extremamente apetitoso, vai dizer que não concorda que isso tudo tem um sabor especial no inverno? E o cheiro do frio...sim! cheiro de frio! Quando você sai na rua (claro que devidamente agasalhado) e sente aquela brisa fria e o cheirinho típico do inverno.
Ficar no sol à tarde de bobeira, "lagarteando" para se aquecer...se bem que só posso me dar a esse luxo nos fins de semana, o que acaba tornando um momento ainda mais singular. O chimarrão, torna-se item necessário no horário de trabalho, e as longas conversas na volta da lareira à noite, um bom vinho em boa companhia... E ainda existe quem prefira o verão.
Este ano em especial, fiquei chocada com a incidência de mortes no estado por hipotermia. Passar frio não é bom, e pode ter consequências desastrosas, como estes exemplos.
Feliz aqueles que podem usufruir das delicias do frio. Um banho quente ao chegar em casa, uma xícara de café pela manhã, pratos quentes esfumaçando e com aquele cheirinho extremamente apetitoso, vai dizer que não concorda que isso tudo tem um sabor especial no inverno? E o cheiro do frio...sim! cheiro de frio! Quando você sai na rua (claro que devidamente agasalhado) e sente aquela brisa fria e o cheirinho típico do inverno.
Ficar no sol à tarde de bobeira, "lagarteando" para se aquecer...se bem que só posso me dar a esse luxo nos fins de semana, o que acaba tornando um momento ainda mais singular. O chimarrão, torna-se item necessário no horário de trabalho, e as longas conversas na volta da lareira à noite, um bom vinho em boa companhia... E ainda existe quem prefira o verão.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
A tal síndrome do final de semestre
Um assunto dos mais discutidos a partir do mês de junho de 2010 nos mais diversos veículos de comunicação, foi a famosa "síndrome do final de semestre". Há quem nunca tivesse ouvido a expressão, mas com certeza já presenciou os sintomas, sentindo na própria pele ou mesmo com a convivência de alguém que passa por isso, já pode ter ideia do que a síndrome causa na cabeça do cidadão. Você é atingido por uma onda de alto nível de stress, angústia, ansiedade, paranóias e até taquicardia nos casoa mais graves. Mas tudo isso, como se não bastasse, não vem de forma moderada e sim sempre ao extremo. Psicólogos afirmam que existe tratamento, mas ao meu ver, o único remédio para isso é um período de férias.
Após passar o tão esperado último dia de aula, a síndrome ainda acompanha a pessoa por alguns dias, mas as olheiras e a aparência de cansaço extremo vão melhorando aos poucos, não se assuste! É temporário. Eu ainda estou em período de recuperação, e como não terei férias este ano devido a estar trabalhando, tento manter o controle quando me dirijo à alguém. Temo que possa ser contagioso.
Sempre fui vítima da síndrome, e cada vez em maior proporção. Agora, com o fim da faculdade a espectativa é de ter alguns anos livres da maldita síndrome! Momentos de calmaria...muito esperados e com certeza, merecidos.
Após passar o tão esperado último dia de aula, a síndrome ainda acompanha a pessoa por alguns dias, mas as olheiras e a aparência de cansaço extremo vão melhorando aos poucos, não se assuste! É temporário. Eu ainda estou em período de recuperação, e como não terei férias este ano devido a estar trabalhando, tento manter o controle quando me dirijo à alguém. Temo que possa ser contagioso.
Sempre fui vítima da síndrome, e cada vez em maior proporção. Agora, com o fim da faculdade a espectativa é de ter alguns anos livres da maldita síndrome! Momentos de calmaria...muito esperados e com certeza, merecidos.
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